Poesia urbana

segunda-feira, agosto 17, 2009 por Priscilla Santos

Um grafite, uma escultura de arame, uma ilustração? Não, uma hera desfolhada. Pura poesia na também poética rua Sagarana, na Vila Madalena, em uma manhã de sol, na caminhada para o trabalho.

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Concurso de fotografia Árvores de São Paulo

terça-feira, agosto 4, 2009 por Priscilla Santos

Estão abertas até sexta-feira, 06 de agosto, as inscrições para a quarta edição do concurso de fotografia de árvores de São Paulo (já citamos o concurso aqui uma vez). Este ano, a premiação vem com mudanças: foram abolidas as categorias e serão agraciadas as 5 melhores fotografias. Os prêmios incluem câmeras digitais e cursos no Senac. Em 2008, foram recebidas mais de mil fotografias para avaliação. Sobre a intenção do concurso, deixamos a Secretaria do Verde e Meio Ambiente, seu realizador, falar: “O concurso é parte de um esforço da Secretaria do Verde no sentido de levar o paulistano a olhar mais para suas árvores, a zelar mais por elas. As lentes revelam, não só para o fotógrafo, mas também para todos os paulistanos, diferentes interações que temos com nossa arborização (…) Atentam para o fato de que a sobrevivência das árvores em nossas ruas depende de cada um de nós e da forma como nos relacionamos com elas.” Veja o regulamento aqui.

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Poesia urbana

segunda-feira, maio 18, 2009 por Marcia Bindo

Os catadores de lixo de sampa são organizados, e alguns bastante politizados – veja só este carrinho de um catador que acabou de ser flagrado pela  designer-fotógrafa-arquiteta – e sobretudo, amiga do peito, Camila Lisboa. Na esquina das ruas Inácio Pereira da Rocha e Pedroso de Morais. Sem palavras.

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Poesia Urbana

quarta-feira, março 11, 2009 por Priscilla Santos

Árvore que sobreviveu à construção da Avenida Nova Faria Lima graças à mobilização popular. Na época da expansão da avenida, pessoas soltaram o grito para que a centenária árvore não arredasse o pé. Resultado: foi feito ali um retorno (onde fica a entrada para a rua Tabapuã, no Itaim Bibi), que permitiu um canteiro central alargado, onde esta árvore ainda reina, frondosa – e depois dessa história ainda mais linda. A foto, de Jan Van Bodegraven, merecedora do segundo lugar na categoria Relevãncia no 3º Concurso Fotográfico “Árvores de São Paulo”, realizado pela prefeitura, registra esse momento de resistência da natureza diante da intervenção humana.

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Poesia urbana

sexta-feira, março 6, 2009 por Marcia Bindo

Mais uma placa difícil de se ver pela cidade (a não ser próximo a hospitais): “Não infernize buzine”. Esta  se encontra na rua Coronel Oscar Porto, esquina com a Tomás Carvalhal, no Paraíso. Deveria ter mais delas por aí, para  saúde de nossos ouvidos :)

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Poesia urbana

domingo, fevereiro 1, 2009 por Priscilla Santos

Pôr-do-sol em São Paulo, nesse último sábado, 31, em diversas janelas, ruas e portas onde houvesse alguém disposto a mirar para o oeste do céu da cidade. Um desbunde. Clichê que merece ser visto e revisto, indefinidamente .

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Poesia Urbana

sexta-feira, janeiro 30, 2009 por Marcia Bindo

Mais uma placa em extinção nas ruas da cidade. Cruzei com esta quando estava de bicicleta a caminho do trabalho, na Rua Natingui, proxima à Av. Pedroso de Moraes, em Pinheiros. Um cuidado  necessário da cidade com os seus ciclistas.

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Poesia Urbana

sexta-feira, janeiro 23, 2009 por Marcia Bindo

O blogue retoma suas atividades pós-férias trazendo uma cena rara da cidade: uma placa de “é permitido jogar bola” (a única que lembro ter visto nas andanças em sampa) , logo abaixo da placa que proíbe o estacionamento de veículos. Na amistosa rua Rutília, no Jardim Paulistano. Benvindos!

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Poesia Urbana

sexta-feira, novembro 7, 2008 por Marcia Bindo

Este prédio-trepadeira me chamou a atenção hoje cedo, em plena Av. Faria Lima (altura do 2413). Todo verdejante, dá um colorido na avenida. Pura gentileza urbana (para quem curte esta planta-alpinista, vale olhar o site Jardim de Flores com os tipos de trepadeiras).

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Poesia Urbana: jardins no metrô

quarta-feira, outubro 29, 2008 por Priscilla Santos

Este jardim fica na estação Armênia, linha 1, azul, do metrô de São Paulo. Faz parte dos 140 mil metros quadrados de área verde (mais que o Parque da Aclimação inteirinho, que tem 118.782 metros quadrados), distribuídos pelas paradas do metrô paulistano. Os lírios, azaléias, hibiscos e outras tantas flores dão o ar da graça agora na primavera e se contrapõem alegremente ao concreto da construção. Abaixo, jardim externo à estação Bresser, da linha 3, vermelha. Tudo sob os cuidados do Metrô.

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