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	<title>O Guia Verde</title>
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	<description>Comportamento e consumo sustentável</description>
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		<title>A modista: faça roupas como antigamente</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 12:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>

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		<description><![CDATA[teliê A Modista, no Jardins. Num espaço não muito grande, mas para lá de gracioso, com seu chão de taco (que está sendo aproveitado há muitos anos) e decoração floral ao fundo, o espaço funciona como loja e ateliê de costura - que é a parte que mais me interessou. A Gisele]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/A-modista-cabides.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4174" title="A modista cabides" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/A-modista-cabides.jpg" alt="" width="537" height="301" /></a></p>
<p>Sempre falamos em reciclar e reaproveitar as coisas. Mas, antes disso, temos que lembrar de aproveitar as coisas. Fazê-las durar muito, usar até o último minuto. Pensei nisso ao conhecer o ateliê <a href="http://www.amodista.com.br" target="_blank">A Modista</a>, no Jardins. Num espaço não muito grande, mas para lá de gracioso, com seu chão de taco (que está sendo aproveitado há muitos anos) e decoração floral ao fundo, funciona como loja e ateliê de costura &#8211; que é a parte que mais me interessou. A Gisele, essa aí na foto, é uma das &#8220;modistas&#8221; da casa. Fui até lá porque queria fazer um vestido. E vivi um pouquinho do prazer que nossas mães, tias e avós experimentavam no tempo em que era comum fazer roupa na costureira. Até aprendi um pouco sobre tecidos, onde encontrá-los, tipos de roda de saia&#8230;Nesse mundo de pronta-entrega e de industrialização chinesa em que vivemos, não há como fugir do clichê: não se faz mais coisas como antigamente. É tudo tão descartável e de qualidade ruim, que não consegue ir durar nem até o próximo Natal. Ao buscar tecidos, percebi que os fabricantes brasileiros praticamente foram extintos pelo chineses . E junto com isso, quase sumiu uma profissão: a daquele vendedor de tecido que sabe tuuuudo, inclusive costurar. Fiquei feliz de encontrar alguns remanescentes. Geralmente, senhores (inexplicavelmente, há mais homens do que mulheres nesse ramo). Há anos na profissão, já trabalharam em muitas lojas tradicionais que hoje não existem mais. Então vamos valorizar as que ainda está de pé. Fazer roupa em costureira e usá-las por anos a fio &#8211; como faço com o vestido da época de formatura de minha mãe, que ainda está todo lindo. Serviço: A Modista, Alameda Tietê, 565. (11) 3571-2912.</p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/A-modista-fachada.jpg"><img title="A modista, fachada" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/A-modista-fachada.jpg" alt="" width="537" height="361" /></a></p>
<p><span id="more-4172"></span><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/A-modista-dentro-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4175" title="A Modista, Jardins São Paulo" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/A-modista-dentro-2.jpg" alt="" width="537" height="311" /></a></p>
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		<title>Dia do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 18:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Bindo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Dia 5 de junho, este sábado, muitas ações verdes vão acontecer em São Paulo. Uma delas é do maior programa privado de reciclagem de lixo da rede Pão de Açúcar. Há nove anos a rede criou as estações de reciclagem e neste final de semana, dia 5 e 6, quem levar 10 unidades de vidros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/06/Sacola1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-4182" title="Sacola" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/06/Sacola1.gif" alt="" width="411" height="403" /></a></p>
<p>Dia 5 de junho, este sábado, muitas ações verdes vão acontecer em São Paulo. Uma delas é do maior programa privado de reciclagem de lixo da rede <a href="http://www.paodeacucarverde.com.br" target="_blank">Pão de Açúcar</a>. Há nove anos a rede criou as estações de reciclagem e neste final de semana, dia 5 e 6, quem levar 10 unidades de vidros, papéis  plásticos, metais (e até óleo de cozinha) para reciclar, ganha uma sacola retornável.</p>
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		<title>The Climate Project &#8211; sabe o que é?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 14:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Bindo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[The Climate Project é uma organização fundada pelo ex-vice presidente dos EUA Al Gore]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/The-Climate-Project.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4155" title="The-Climate-Project" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/The-Climate-Project.jpg" alt="" width="537" height="403" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Parece título de filme de ficção ciêntífica &#8211; mas o  <a href="http://www.theclimateproject.org" target="_blank">The Climate Project</a> é uma organização fundada pelo ex-vice presidente dos EUA Al Gore, que treina voluntários do mundo inteiro para  serem porta-vozes dos problemas do aquecimento global. Em setembro de 2009 a Priscilla e eu (acima) participamos do primeiro treino na América Latina que aconteceu no México &#8211; eram só 12 brasileiros &#8211; com o próprio Al Gore   (abaixo) que nos muniu com os slides que mostram como os gases do efeito estufa estão transformando a Terra num forno e nos passou as recentes pesquisas científicas sobre as consequências do aquecimento para o planeta. Como todo esse material, semana  passada demos nossa primeira palestra sobre mudanças climáticas, na escola que eu estudei &#8211; Oswald de Andrade, na Lapa, para  turmas do nono ano. Ficamos impressionadas com o entusiasmo da moçada em aprender mais sobre o assunto, anotando as informações no caderno e fazendo mil perguntas no final. Foi emocionante ver que, para a nova geração, a discussão sobre formas mais limpas de energia e maneiras mais sustentáveis de se viver já faz parte dia-a-dia.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/Gore.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4157" title="Gore" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/Gore.jpg" alt="" width="537" height="403" /></a></div>
<p>Al Gore fez o documentário<em> Uma Verdade Inconveniente</em> e lançou recentemente o livro <em>Nossa Escolha, um plano para solucionar a crise climática.</em></p>
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		<title>Pão e Poesia Urbana</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 22:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[Além dos pães artesanais, café e lanches saborosos, o que mais me atrai na boulangerie Casa Bonomi, em Belo Horizonte, é o ambiente. Instalada em uma edificação de 1902, protegida pelo Patrimônio Histórico e Arquitetônico, a casa da ex-bailarina do grupo Corpo Paula Bonomi, desde 1996, só não é chamada de casarão pelo tamanho diminuto - pois pelas características seria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/bonomi2janelas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4124" title="janelas Casa Bonomi, Belo Horizonte" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/bonomi2janelas.jpg" alt="" width="537" height="375" /></a></p>
<p>Eis uma micro-série de Poesia Urbana em BH, onde passei um tempo recentemente. É uma homenagem aos casarões antigos que resistiram ao tempo e hoje abrigam estabelecimentos charmosos, que sempre gosto de visitar. Acima (e na continuação da matéria), a Casa Bonomi. Além dos pães artesanais, café e lanches saborosos, o que mais me atrai nessa boulangerie é o ambiente. Instalada em uma edificação de 1902, protegida pelo Patrimônio Histórico e Arquitetônico, a casa da ex-bailarina do grupo Corpo Paula Bonomi, desde 1996, só não é chamada de casarão pelo tamanho diminuto &#8211; pois pelas características seria. Veja só os janelões que a rasgam de fora a fora, dando vista tanto à movimentada avenida Afonso Pena (foto da esquerda) quanto ao quarteirão fechado da rua Cláudio Manuel (foto da direita) e à Praça ABC, logo na frente. A construção é em formato semi-triangular, numa esquina, tem vista para essas três ruas. E vistas gostosas, como para essa copa de árvore ou para uma banca de jornal. É só passar ali, comprar a leitura do dia e entrar para tomar um cafezinho &#8211; quem sabe compartilhando uma mesa coletiva de 14 lugares. O lado verde fica por conta da madeira de demolição, usada nas estruturas, móveis e prateleiras e na valorização de um imóvel tão antiguinho. <strong>Serviço:</strong> r. Cláudio Manuel, 460. (31) 3261-3460.</p>
<p><span id="more-4122"></span></p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/bonomi-mesona.jpg"><img title="Casa Bonomi, Belo Horizonte" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/bonomi-mesona.jpg" alt="" width="537" height="380" /></a></p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/bonomi-balcao-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4125" title="Casa Bonomi, Belo Horizonte" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/bonomi-balcao-2.jpg" alt="" width="537" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/bonomi-balcao.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4126" title="Casa Bonomi, Belo Horizonte" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/bonomi-balcao.jpg" alt="" width="537" height="360" /></a></p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/caixa-bonomi1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4131" title="Casa Bonomi, Belo Horizonte" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/caixa-bonomi1.jpg" alt="" width="537" height="403" /></a></p>
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		<title>Cabelo e Poesia Urbana</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 22:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[O salão The J, onde sempre corto meu cabelo. Fica pertinho da Casa Bonomi, na esquina das ruas Gonçalves Dias com Rio Grande do Norte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/TheJ1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4136" title="TheJ salão, Belo Horizonte" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/TheJ1.jpg" alt="" width="537" height="370" /></a></p>
<p>Acima, o salão The J, onde sempre corto meu cabelo. Fica pertinho da Casa Bonomi, na esquina das ruas Gonçalves Dias com Rio Grande do Norte. É uma casa dos anos 1940, que se safou de virar prédio como tantas outras da cidade. <strong>Serviço:</strong> r. Gonçalves Dias, 668. (31) 3261-3131. O corte de cabelo com o Jeferson, que é ótimo, gira em torno de 80 a 90 reais. <em>(Da micro-série Poesia Urbana em BH).</em></p>
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		<title>Café e Poesia (Urbana)</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 22:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[Café com Letras, Belo Horizonte. poesia, a literária, já que qualquer pessoa que chegar lá pode retirar um livro nas prateleiras e ficar lendo ali, sem mesmo ter comprado a publicação. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/cafecomletras.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4141" title="café com letras, belo horizonte" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/cafecomletras.jpg" alt="" width="537" height="360" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.cafecomletras.com.br/" target="_blank">Café com Letras</a> - café, restaurante, livraria e espaço cultural &#8211; fica numa casa antiga na rua Antônio de Albuquerque, na Savassi. É poesia urbana por ser um alento visual para a cidade. Mas também pode ser só poesia, a literária, já que qualquer pessoa que chegar lá pode retirar um livro nas prateleiras e ficar lendo ali, sem mesmo ter comprado a publicação. Melhor se acompanhado de um chá, pães de queijo com tomate seco (combinação maravilhosa, acreditem!). Dessa vez, o que vi de novidade e gostei foi essa parede verde, cheia de plantas, dando vida à área externa. <strong>Serviço: </strong>r. Antônio de Albuquerque, 781. (31) 3225-9973. <em>(Da micro-série Poesia Urbana em BH).</em></p>
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		<title>Outro jardim botânico, o de BH</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 01:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parques]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo pela cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[o Jardim Botânico da UFMG, que fica na mesma área do Museu de História Natural da universidade. Já estão aí dois motivos para visitar o espaço: bela área verde, com espécies usadas nos estudos de biólogos e botânicos, e um museu com vestígios de esqueleto, artefatos de cerâmica, telescópios para se admirar o céu à noite, planetário...Olha que não é em toda cidade que se encontra um museu dedicado à paleontologia, arqueologia e astronomia dessa forma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/anfiteatro-com-banda-jardim-botanico.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4108" title="anfiteatro jardim botanico ufmg" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/anfiteatro-com-banda-jardim-botanico.jpg" alt="" width="537" height="355" /></a></p>
<p>Outro dia <a href="http://www.oguiaverde.com/?p=4049" target="_blank">falei aqui </a>sobre minha visita ao lindíssimo e bem cuidado jardim botânico de São Paulo, que fica no Parque do Estado, na capital. Como passei esses últimos dias em Belo Horizonte, minha cidade natal, decidi que tinha que contar a vocês que, apesar de tímido, pouco afamado, o jardim botânico de Belo Horizonte também merece, e muito, ser visitado. Aliás, BH tem dois jardins botânicos: um primeiro próximo ao zoológico da cidade, como o de São Paulo. Mas é ao segundo a que me refiro, o <a href="http://www.mhnjb.ufmg.br/" target="_blank">Jardim Botânico da UFMG</a>, que fica na mesma área do <a href="http://www.mhnjb.ufmg.br/" target="_blank">Museu de História Natural</a> da universidade. Já estão aí dois motivos para visitar o espaço: bela área verde, com espécies usadas nos estudos de biólogos e botânicos, e um museu com vestígios de esqueleto, artefatos de cerâmica, telescópios para se admirar o céu à noite, planetário&#8230;Olha que não é em toda cidade que se encontra um museu dedicado à paleontologia, arqueologia e astronomia dessa forma. O jardim não está tão nos trinques quanto o de São Paulo. Mas quanto mais visitantes tiver, mais chances tem de se revitalizar &#8211; e o número de visitas praticamente triplicou nos últimos anos graças à programação animada <em>(acima, um concerto no rústico anfiteatro, à meia-sombra das árvores)</em>. A fauna é outro atrativo. Mesmo próximo ao movimento das edificações, é comum se deparar com cotias correndo pelo caminho. Nas trilhas nas matas, são os micos que aparecem <em>(fotografei um em minha visita, veja na continuação da matéria). </em>Fica lá também o (esse sim famoso) <a href="http://www.mhnjb.ufmg.br/pipiripau.html" target="_blank">Presépio do Pipiripau</a>, bela visita para fazer com as crianças.</p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/castelinho.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4105" title="palacinho Jardim Botânico e Museu de HIstória Natural da UFMG" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/castelinho.jpg" alt="" width="537" height="360" /></a></p>
<p>Antes de ser museu e jardim, a imensa área e suas edificações formavam a Fazenda Boa Vista, da família Guimarães. No início do século 20 passou ao estado e virou estação experimental agrícola. O Palacinho <em>(que se vê acima)</em> foi palco de importantes decisões políticas e histórias amorosas nos tempos em que serviu de casa de descanso para figurões do estado. Hoje, centro de estudos e referência cartográfica, guarda tantas história de gabinete e de cama que seus casos vão render um livro, que será lançado pela editora da UFMG em breve. <strong>Serviço:</strong> r. Gustavo da Silveira, 135, Santa Inês. De terça a sexta, das 9h às 12h e de 13h às 16h, sábados e domingos, das 10h às 17h. Entrada: R$ 4. Veja <a href="http://http://www.mhnjb.ufmg.br/comochegar.html" target="_blank">aqui </a>como chegar de transporte público.</p>
<p><span id="more-4103"></span></p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/trilha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4106" title="trilha jardim botânico ufmg" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/trilha.jpg" alt="" width="537" height="360" /></a></p>
<p>Uma das várias trilhas na mata.</p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/trilha.jpg"></a><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/mico.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4107" title="mico no jardim botânico da ufmg" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/mico.jpg" alt="" width="537" height="360" /></a></p>
<p>Macacos me mordam!</p>
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		<title>Multa moral, uma ideia sensacional</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 10:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Bindo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Parques]]></category>

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		<description><![CDATA[Multa Moral - moradores da vila madalena criam o blog Árvore da Vila para cuidar da natureza na cidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/Multa-Moral-final1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4099" title="Multa-Moral---final" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/Multa-Moral-final1.jpg" alt="" width="566" height="1360" /></a></p>
<p>Cansados de ver as árvores da Zona Oeste sofrendo e também indignados diante da falta de cidadania em geral, uma pequena confraria de moradores da Vila Madalena colocaram no ar o blog <a href="http://arvoredavila.wordpress.com/">Árvore da Vila</a> para semear o respeito pela natureza na cidade. Criaram também esta&#8221;multa moral&#8221; acima, para quem quiser imprimir e dar uma bela lição de bons modos aos infratores urbanos. Como eles dizem no blog: &#8220;Antes de haver gente, a Vila Madalena era lugar de árvores, passarinhos e outros bichos. Depois fomos ocupando tudo &#8211; e ainda estamos em obras! Claro, dá pra fazer isso de uma maneira razoável, respeitando a natureza sobrevivente, os outros e o restante. Dai a Árvore da Vila, inspiração pra se criar algo melhor para o bairro, seus moradores, visitantes, cientistas e astronautas. A continuação da história, naturalmente, virá pelo caminho&#8221;. Entre no site, participe dessa história.</p>
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		<title>Poesia Urbana</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 13:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia Urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[árvores na avenida 9 de julho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/arvore9dejulho1segundaversao.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4087" title="árvore na avenida 9 de julho" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/arvore9dejulho1segundaversao.jpg" alt="" width="537" height="403" /></a></p>
<p>Semana passada, de dentro do ônibus na Avenida 9 de Julho, quase chegando na Cidade Jardim, aproveitei o tempo proporcionado pela lentidão do tráfego para fotografar as árvores mais belas que vejo pelo caminho. Quis registrar porque esse caminho não será mais tão frequente para mim. O compromisso que tinha no Jardins toda quinta-feira mudou de endereço. Já adianto que não entendo nada de árvores, só sei apreciá-las. Mas o que me impressiona nesse e em outros Flamboyants (será?) é a generosidade com que se curvam sobre a rua formando uma agradável sombra, que pode até dispensar o ar condicionado dos motoristas. Há várias dessas ali nesse trecho. Já essa Figueira (ou seria uma mangueira?) aí abaixo, parece ter resistido em um canteiro solitário no encontro de duas esquinas, na altura da rua Amauri. Sempre a admirei, e garanto que é muito mais impressionante ao vivo. E qual não foi minha surpresa ao ver frutas penduradas nos galhos da 9 de julho (na imagem que você confere na continuação do post). Mudar de caminhos às vezes nos faz querer aproveitar o último bocado do trajeto anterior. E isso vai acontecer de novo em breve, pois não é só o caminho das quintas-feiras que mudou. Já já estarei trabalhando em outra revista (da Vida Simples à Galileu), em outra editora e apreciando outras árvores e poesias urbanas.</p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/arvore9dejulho3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4090" title="árvore avenida 9 de julho" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/arvore9dejulho3.jpg" alt="" width="537" height="403" /></a></p>
<p><span id="more-4086"></span></p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/arvorejulho2-segunda.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4088" title="árvore frutífera avenida 9 de julho" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/arvorejulho2-segunda.jpg" alt="" width="537" height="360" /></a></p>
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		<title>Supermercados verdes?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 16:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Bindo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Na Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Supermercados verdes - pão de açúcar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XjlBtpln1kE&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XjlBtpln1kE&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ela recicla seu lixo. Vai de bicicleta para o trabalho. Dá preferência para os orgânicos. Faz hortas comunitárias pela paulicéia. E sempre (!) está de bom humor. Tatiana Achcar é nossa amiga de longa data e também jornalista. Escreve sobre sustentabilidade para a Época Negócios e fez este ótimo vídeo em que conta o que a rede Pão de Açúcar tem feito para ser mais &#8220;verde&#8221;. Fala sobre o carrinho de compras, feito de garrafas Pet recicladas, mostra a seção de orgânicos e até o caixa verde do supermercado, onde é possível descartar as embalagens dos produtos no final da compra. Não ficou bacana? Parabéns, Tati.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jardim Botânico: o éden da pauliceia</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 01:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parques]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo pela cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Jardim Botânico de São Paulo.ardim do Lineu, duas lindas escadarias que dão passagem à trilhas na mata. Indo mais adiante, depois que se passa pelo orquidário, está o Lago das Ninfeias (foto acima). O sol incidia uma luz, pelo horário, já inclinada, que fez brilhas as plantas flutuantes sobre a água]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/entrada-jardim-bot.jpg"><img title="entrada jardim botânico de são paulo" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/entrada-jardim-bot.jpg" alt="" width="537" height="431" /></a></p>
<p>Num fim de semana desses últimos ensolarados, fui visitar pela primeira vez o Jardim Botânico de São Paulo. Fica dentro do Parque do Estado, <span style="text-decoration: line-through;">na zona norte da cidade</span> (gente, é na zona sudeste, como corrigiu a leitora Daniela no seu comentário a esse post), longe para mim. Mas deu para chegar bem perto descendo em uma das novas estações de metrô, a Santos Imigrantes, na linha verde, e pegando um táxi (depois, descobri que descendo na Parada São Judas, linha azul, é ainda mais fácil, pois dali saem 3 ônibus com direção ao zoológico e ao Jardim Botânico). Logo na entrada do parque,  já é possível perceber o esmero com o cuidado do local. Um pergolado à direita, totalmente coberto por folhas e flores me chama a atenção. Mais adiante, há uma alameda de palmeiras que se atravessa por uma ponte-deque de madeira &#8211; abaixo, um riacho. O barulhinho d&#8217;água e a umidade do verde já nos muda de clima &#8211; literalmente. Dali é possível ver o restaurante, com plantas pendentes do teto semi-aberto. Almoçamos ali, comida caseira gostosa, nada sofisticado, mas a bom preço.</p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/teto-estufa.jpg"><img title="estufa jardim botânico são paulo" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/teto-estufa.jpg" alt="" width="537" height="403" /></a></p>
<p>Seguindo pelas palmeiras, caímos no Jardim de Lineu. Momento de tirar o fôlego. Uma imagem daquelas que se vê em capas de livros-coletâneas dos jardins botânicos mais belos do mundo: gramados bem aparados cercados por arbustos milimetricamente cortados antecedem duas estufas de plantas (na foto abaixo, o interior de uma delas), belíssimas por fora, mas ainda mais surpreendentes por dentro, com seu calor abafado que dá vida à diversas espécies tropicais. Nas laterais do Jardim do Lineu, duas lindas escadarias que dão passagem à trilhas na mata.</p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/lago2.jpg"><img title="lago jardim botânico de são paulo" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/lago2.jpg" alt="" width="537" height="403" /></a></p>
<p>Indo mais adiante, depois que se passa pelo orquidário, está o Lago das Ninfeias (foto abaixo). O sol incidia uma luz inclinada, que fez brilhar as plantas flutuantes sobre a água. Crianças se balançavam no cipó, pessoas descansavam na grama. Na lateral, há belos caminhos. Um deles, abre espaço para uma alameda de bambus, um verdadeiro túnel. Mais adiante, há entrada para várias trilhas na mata, que infelizmente não pudemos adentrar, pois estavam interditadas pelas chuvas antecedentes. Sendo assim, acho que terei que voltar para conhecer o caminho que passa pela nascente do riacho Ipiranga, onde foi proclamada e República do Brasil. Além de embelezado pela natureza o local é histórico. A nascente esteve encoberta por tempos, mas foi colocada à mostra graças a uma mais ou menos recente reforma. Pelo caminho, também há espaços expositivos para mostras de arte ligada à botânica. Um delicioso passeio para um domingo. <strong>Serviço:</strong> <a href="http://www.ibot.sp.gov.br/" target="_blank">Jardim Botânico de São Paulo. </a>Av. Miguel Estéfano, 3031, Água Funda, (11) 5073-6300. De terça a domingo e feriados, das 9h às 17h. Ingresso: R$ 3.</p>
<p><span id="more-4049"></span></p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/restaurante-j.b.jpg"><img title="restaurante jardim botânico de são paulo" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/restaurante-j.b.jpg" alt="" width="537" height="370" /></a></p>
<p>O simpático e caseirinho restaurante.</p>
<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/tunel-bambu.jpg"><img title="tunel de bambu no jardim botânico de são paulo" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/tunel-bambu.jpg" alt="" width="537" height="403" /></a></p>
<p>O túnel de bambus. Sente-se forte o cheiro e a umidade da planta.</p>
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		<title>Tip car: comunidade virtual organiza caronas</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 23:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transporte]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer dizer, o site não cobra, mas o motorista pode ganhar com isso. A coisa funciona assim: primeiro, você se cadastra no Tip Car (e pode usar sua conta do Google para isso, em vez de preencher aquele mesmo cadastro todo de novo), daí você consegue localizar pelo trajeto com quem pode pegar carona (ou oferecê-la) - sua rota é visível apenas para aqueles que fazem camainhos semelhantes. Os trajetos podem tanto ser dentro da cidade como viagens. E ainda há a possibilidade de você cadastrar eventos (brilhante ideia!). O próprio site aconselha você a checar o Facebook, Orkut etc para conhecer um pouquinho melhor a pessoa e saber se quer dividir seu trajeto com ela. O cálculo do quanto o "caroneiro" paga ao motorista pela viagem é automático e leva em conta custos como combustível, estacionamento, pedágios, manutenção a até depreciação do carro. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/fusquinha-lotado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4057" title="fusquinha lotado" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/fusquinha-lotado.jpg" alt="" width="537" height="366" /></a></p>
<p>Já é sabido que carro somente com o motorista dentro não é nada legal para o trânsito nem para o ambiente. Mas às vezes fica difícil conciliar horários e pontos de encontro e carona mesmo acaba virando camaradagem, coisa de amigo. Foi por isso que o mineiro Alexandre Dias decidiu criar o <a href="http://www.tipcar.com.br" target="_blank">Tip Car</a>, um site que ajuda as pessoas a oferecerem e pegarem carona, sem cobrar nada. Quer dizer, o site não cobra, mas o motorista pode ganhar com isso. A coisa funciona assim: primeiro, você se cadastra no <a href="http://www.tipcar.com.br" target="_blank">Tip Car</a> (e pode usar sua conta do Google para isso, em vez de preencher aquele mesmo cadastro todo de novo), daí você consegue localizar pelo trajeto com quem pode pegar carona (ou oferecê-la) &#8211; sua rota é visível apenas para aqueles que fazem camainhos semelhantes. Os trajetos podem tanto ser dentro da cidade como viagens. E ainda há a possibilidade de você cadastrar eventos (brilhante ideia!). O próprio site aconselha você a checar o Facebook, Orkut etc para conhecer um pouquinho melhor a pessoa e saber se quer dividir seu trajeto com ela. O cálculo do quanto o &#8220;caroneiro&#8221; paga ao motorista pela viagem é automático e leva em conta custos como combustível, estacionamento, pedágios, manutenção a até depreciação do carro. Para criar o serviço, Alexandre pegou carona na ideia da Barca, um sistema informal que acabou sendo criado por um bando de mineiros que moram em São Paulo e sentem tantas saudades das montanhas e do pão de queijim que vivem indo para a terrinha. Quem me mandou a dica foi, outra mineirinha com eu, a Flavia Mantovani. Foi a maior coincidência, pois eu mesma já tinha viajado na Barca várias vezes indo e voltando de BH. Falando nisso, é para lá que estou indo nesse fim de semana. Claro, de carona &#8211; dessa vez, não com a barca, mas outra que consegui. Afinal, ferramentas como o <a href="http://www.tipcar.com.br" target="_blank">Tip Car</a> agilizam muito nossa vida, mas todo caroneiro velho de guerra sabe que compartilhar um carro sempre vai ser a coisa mais informal do mundo. <em>Foto </em><a href="http://toomuchchocolate.org/?p=2491" target="_blank"><em>daqui</em></a>.</p>
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		<title>Cursos gratuitos de consumo consciente na Lapa</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 16:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Bindo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o mês de maio a Subprefeitura da Lapa realizará quatro oficinas gratuitas de consumo consciente. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/Tendal-da-Lapa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4043" title="Tendal-da-Lapa" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/05/Tendal-da-Lapa.jpg" alt="" width="537" height="360" /></a></p>
<p>Durante o mês de maio a Subprefeitura da Lapa realizará quatro oficinas gratuitas de consumo consciente. As oficinas pretendem despertar hábitos alimentares saudáveis entre os paulistanos e a importância da preservação ambiental. Os eventos acontecem no recém inaugurado Espaço de Consumo Consciente, no Tendal da Lapa. A programação começa nesta quarta-feira (05/05), com a oficina “Orgânicos na Culinária – Experimente no seu cotidiano”. As próximas oficinas terão como tema o consumo consciente de produtos de limpeza, intercomunicação entre produtores e consumidores e trocas solidárias para um mundo sustentável (veja programação na continuação da matéria). Os interessados devem se dirigir à  sede do Tendal.  <strong>Serviço</strong>: Espaço Cultural Tendal da Lapa &#8211; Rua Guaicurus, 1100 &#8211; Lapa, São Paulo (ao lado da Subprefeitura da Lapa e próximo à estação de Trem da Lapa). Não é necessário fazer inscrição antecipada.</p>
<p><span id="more-4042"></span></p>
<p>DATA  HORÁRIO TEMA FACILITADOR<br />
05/05 09h &#8211; 10h &#8221;Orgânicos na culinária &#8211; Experimente no seu cotidiano&#8221; Claudia Mattos &#8211; Slow Food, ZYM Café<br />
12/05 09h &#8211; 10h &#8221;Mude o Consumo de produtos de Higiene e Limpeza para não mudar o Clima&#8221; Adriana Charoux &#8211; IDEC<br />
Ana Flávia B. Badue &#8211; Kairós<br />
19/05 10h &#8211; 11h &#8221;Educomunicação &#8211; Facilitando a comunicação entre produtores e consumidores &#8211; Parte I&#8221; Núcleo de Comunicações e Educação NCE/USP<br />
26/05 10h &#8211; 11h &#8221;Oficina de sensibilização: Trocas Solidárias para um mundo melhor&#8221; Isabela Notari &#8211; ITCP FGV</p>
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		<title>YAM: novo restaurante orgânico</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Bindo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Restaurante orgânico e vegetariano Yam]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Yam-final.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4037" title="Yam-final" src="http://www.oguiaverde.com/wp-content/uploads/2010/04/Yam-final.jpg" alt="" width="483" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Mais um restaurante orgânico e vegetariano abre as portas a partir de maio em São Paulo, caros amigos seguidores deste Guia. E justamente no bairro onde há mais opções neste quesito: a Vila Madalena. O YAM é comandado por Augusto Pinto, o mesmo chef e proprietário do GOA, o vegetariano instalado há seis anos em Pinheiros. Ao contrário do GOA, que funciona com preço fechado por um cardápio completo, o YAM vai trabalhar à la carte. O projeto arquitetônico do lugar levou em conta a reutilização de móveis e materiais. O cardápio foi criado por Augusto e a chef nutricionista Natália Werutsky e inclui pratos como couscous de fundo de alcachofra e banana; homus de feijão de corda; e lasanha de mussarela de búfala com creme de abóbora e espinafre ao molho vermelho. Natália formou-se em gastronomia pelo Natural Gourmet Institute for Health &amp; Culinary Arts, de Nova York.  O preço é camarada, os pratos vão de 12 a 16 reais. Eu só digo uma coisa: Yam mmy! <strong>Serviço:</strong> Rua Deputado Lacerda Franco, 478. Tel. 3031 3543. Site: www.yameventos.com.br. Funcionamento: aberto para o almoço todos os dias, inclusive feriados, exceto domingos; segunda a sexta-feira das 12 às 15h; sábados das 12 às 16h</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eu peço água!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 19:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Bindo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ontem foi o Dia Internacional da Água  &#8211; e vale apena conferir a edição especial da National Geographic Brasil sobre esse recurso natural tão vital. Aproveite também para ver esse vídeo sensacional da Annie Leonard sobre &#8220;A História da Água Engarrafada&#8221; -amazing!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="537" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Se12y9hSOM0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Se12y9hSOM0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="537" height="385"></embed></object></p>
<p>Ontem foi o Dia Internacional da Água  &#8211; e vale apena conferir a edição especial da National Geographic Brasil sobre esse recurso natural tão vital. Aproveite também para ver esse vídeo sensacional da Annie Leonard sobre &#8220;A História da Água Engarrafada&#8221; -amazing!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O prédio mais inteligente da Califórnia</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 15:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Bindo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Construção e reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[David Brower Center, um dos prédios mais sustentáveis da Califórnia que fica em Berkley, a meia hora de San Francisco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="537" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bultOKXfSfo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bultOKXfSfo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="537" height="385"></embed></object></p>
<p>Aproveito este especial para mostrar a vocês o <a href="http://www.browercenter.org" target="_blank">David Brower Center</a>, um dos prédios mais sustentáveis da Califórnia que fica em Berkley, a meia hora de San Francisco. Ele foi construído em homenagem a David Brower, um dos ambientalistas mais famosos dos Estados Unidos, que entre outras coisas lutou pela preservação do Grand Canyon e das florestas de sequóias. O lugar abriga dezenas de ONGs ambientalistas, tem um restaurante orgânico e o mais interessante – é inteirinho sustentável. Foi construído com mais de 50% de material reciclado, e de maneira a aproveitar totalmente a luz do dia, o material usado no prédio é pensando para não ser necessário usar ar condicionado tanto no inverno quanto no verão, tem placas solares e captação de água de chuva &#8211; usada na rega dos jardins e na descarga do banheiro – (que tem a opção number 1 ou 2). E o mais sensacional: prestem atenção nesta tela que fica no hall do prédio – ela traz as informações em tempo real de consumo de água, energia e etc, do prédio, comparando o consumo durante todo o dia. Com essas informações é possível fazer uma análise do que pode ser melhorado. Isso é que é prédio inteligente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>La Cocina: incubadora de micro-negócios de alimentação</title>
		<link>http://www.oguiaverde.com/?p=3965</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[TVerde]]></category>
		<category><![CDATA[comidas]]></category>
		<category><![CDATA[voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[La Cocina minha primeira vontade era ir lá comer! Na resenha espremida, fiquei sem entender se o projeto tinha um restaurante. Entrei no site e vi que não. Mesmo assim quis ir até lá. Mandei um email e disseram que era só passar. A La Cocina é uma organização sem fins lucrativos que oferece uma cozinha industrial (sustentável!) para mulheres de baixa-renda, especialmente imigrantes, desemvolverem seus micro-negócios na área de alimentação.Recentemente a organização fez um workshop para ajudar as mulheres e melhorarem a venda de seus produtos usando mídias sociais como Twitter e Facebook.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="537" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/U1-ws8igdUM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="537" height="385" src="http://www.youtube.com/v/U1-ws8igdUM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Quando li em um guia de San Francisco sobre a La Cocina, minha primeira vontade era ir lá comer! Na resenha diminuta, fiquei sem entender se o projeto tinha um restaurante. Entrei no site e vi que não. Mesmo assim quis ir até lá. Mandei um email e disseram que era só passar. A La Cocina é uma organização sem fins lucrativos que oferece uma cozinha industrial (sustentável!) para mulheres de baixa-renda, especialmente imigrantes, desenvolverem seus micro-negócios na área de alimentação. A ONG também promove consultorias em 5 frentes: produto, marketing, operação, finanças e vendas. Na área de marketing, por exemplo, auxiliam na criação de marca, logo, cartão de visitas, presença on line&#8230; Recentemente a organização fez um workshop sobre o uso de mídias sociais como Twitter e Facebook para aumentar as vendas. A assistência na área de operação inclui formalizar os negócios, ou seja, conseguir licenças, registrar funcionários etc. Agora, o mais bacana é que todo esse instrumental de conhecimento vem de trabalho voluntário! Não pense que a La Cocina tem uma meeega equipe com pessoas da área de finanças, RH, designers gráficos etc. São voluntários que fazem toda essa parte. O objetivo de toda essa gente é que os negócios cresçam, se tornem auto-sustentáveis e sigam adiante por conta própria. Foi o que aconteceu com o Kika&#8217;s Treats, da brasileira Cristina Besher. A empresa de cookies e pães de mel foi um dos projetos de sucesso incubados no La Cocina. Dá uma olhada na graça dos produtos da Kika <a href="http://kikastreats.com/" target="_blank">no site</a> de sua marca-própria. Repare que 5% do lucro é doado para o La Cocina.</p>
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		<title>Bike Kitchen &#8211; DYI de conserto de bicicletas</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 15:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consertos]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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		<description><![CDATA[San Francisco, o Bike Kitchen, espaço onde mecânicos-voluntários ensinam a consertar e até construir bicicletas usando materiais usados doados por lojas de bikes ou outras pessoas. É um espaço totalmente composto por voluntários e que se recusa deliberadamente a fazer serviços pagos. “É parte de nossa política não fazer consertos por dinheiro, estamos aqui para ensinar as pessoas a fazer os reparos por elas mesmas”, disse Hartzel no livro Nowtopia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="537" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9pAuYaptRzU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="537" height="385" src="http://www.youtube.com/v/9pAuYaptRzU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O detetive particular Jessie Basbaum e a pesquisadora de laboratório de imunologia Catherine Hartzell abriram em 2003, em San Francisco, o Bike Kitchen, espaço onde mecânicos-voluntários ensinam a consertar e até construir bicicletas usando materiais usados doados por lojas de bikes ou outras pessoas. É um espaço totalmente composto por voluntários e que se recusa deliberadamente a fazer serviços pagos. “É parte de nossa política não fazer consertos por dinheiro, estamos aqui para ensinar as pessoas a fazer os reparos por elas mesmas”, disse Hartzel no livro <em>Nowtopia</em>, de <a href="http://www.oguiaverde.com/?p=3956" target="_blank">Chris Carlsson</a>. O San Francisco Bike Kitchen é apenas um exemplo de Do-It-Yourself shop no mundo das bikes nos EUA. Essa proposta também existe em cidades como Los Angeles e Washington. A coisa por lá está indo tão longe que em Tucson, Arizona, menores de idade presos podem pagar por suas infrações se matriculando no chamado Earn-a-Bike Program – programa de voluntariado em que se aprende a construir ou restaurar uma bicicleta (o SF Bike Kitchen tem um desses, veja no vídeo!). O livro<em> Nowtopia</em> descreve o cumprimento da pena assim: as crianças precisam selecionar uma bike quebrada em uma sala com mais de mil delas e aprender a trazê-las de volta à vida. Uma vez que a bicicleta foi propriamente reconstruída e melhorada, o menino ou menina completou sua sentença e deve subir na bike (a mesmissima!) e ir para casa. Awesome!</p>
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		<title>A verdadeira história do Critical Mass</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 15:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[TVerde]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[bike;transporte;critical mass;bicicletada]]></category>

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		<description><![CDATA[Critical Mass San Francisco. Chris Carlsson. Bicicletada, Praça do Ciclista. Como surgiu o Critical Mass, as transformações pelas quais o movimento passou e perseguições policiais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="537" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZuwbrjCTGYI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="537" height="385" src="http://www.youtube.com/v/ZuwbrjCTGYI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Você deve conhecer a Bicicletada, pedalada que acontece toda última sexta-feira do mês, com saída na hora do rush da Praça do Ciclista, próxima à Paulista com Consolação. Pois é. O passeio de bike auto-organizado, sem líderes e roteiros pré-definidos, acontece no mesmo dia (desconte aí os fuso-horários) em mais de 200 cidades do mundo e começou em 1992 em San Francisco, onde é conhecido como Critical Mass. Quem estava lá no meio da gestão dessa história é <a href="http://www.chriscarlsson.com/" target="_blank">Chris Carlsson</a>. O cartão de visitas diz que Chris é escritor, historiador, designer e outras coisas mais. Eu o enxerguei como um ativista urbano com backgroud dos melhores nos EUA &#8211; Chris nasceu em Nova York, cresceu em Chicago e fez a vida em San Francisco. Entre seus vários &#8220;trabalhos&#8221; &#8211; coisas que ele não faz por dinheiro, mas por crença &#8211; estão passeios a pé e de bike por sua cidade. Conheci o Chris por intermédio de uma amiga, a Tati, que conviveu bastante com ele durante o ano sabático dela.  Fomos a um pico no meio da cidade de onde se tem uma vista de quase 360 graus de SAn Francisco &#8211; inclusive do que turistas, como eu, não veem.  Foi nesse pano de fundo que gravei esse vídeo em que Chris conta de forma nada institucionalizada e sem meias-palavras como surgiu o Critical Mass, as transformações pelas quais o movimento passou e comenta as perseguições policiais, que voltaram à tona agora (<a href="http://www.sfcriticalmass.org/" target="_blank">aqui </a>você econtra matérias da TV local sobre isso). Tudo isso intercalado com cenas da pedalada de fevereiro em San Francisco, de que participei. Dá uma olhada.</p>
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		<title>San Francisco eco-comunitária em 4 vídeos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[TVerde]]></category>
		<category><![CDATA[horta urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[Haye Valley Farm, uma fazenda urbana no meio da cidade. Estive na Califórnia passeando e conhecendo iniciativas super avançadas em sustentabilidade. Estive na Califórnia passeando e conhecendo iniciativas super avançadas em sustentabilidade. farm market em Santa Cruz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="537" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/SEg-n-KEP_s&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="537" height="385" src="http://www.youtube.com/v/SEg-n-KEP_s&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Minha ausência nas últimas semanas teve um bom motivo. Estive na Califórnia passeando e conhecendo iniciativas super avançadas em sustentabilidade. A Marcia esteve lá no ano passado e já mostrou várias coisas bacanas em um <a href="//http://www.oguiaverde.com/?p=3615" target="_blank">especial aqui </a>no blog. Essa semana vou postar um vídeo por dia, até quinta-feira, com um foco bem específico: trabalhos coletivos, comunitários e braçais, bem na linha do DYI ou &#8220;faça você mesmo&#8221;. O que mais me impressionou foi isso: menor impacto ao meio ambiente é básico, todo mundo já vive nesse caminho. O bacana é que há diversas ações de esforço coletivo. O senso de pertencimento à comunidade e o voluntariado estão fortes por lá, em iniciativas como as que vou mostrar aqui. A primeira delas é o Haye Valley Farm, uma fazenda urbana no meio da cidade. A prefeitura procurou uns caras que manjavam de hortas urbanas para montar um projeto no local. Estive lá numa quinta-feira à tarde &#8211; e veja quantos voluntários estavam lá! Cheguei meio tímida e o David (que você vai conhecer no vídeo) nem titubeou: se apresentou e lançou a pergunta que era quase uma afirmativa: &#8220;veio se juntar à nós hoje?&#8221; Afinal, por que mais eu estaria ali? Respondi: &#8220;yes&#8221;, ainda meio sem saber o que fazer. Mas é bem simples: pegar as ferramentas disponíveis e trabalhar. É trabalho mesmo. Claro que rola conversa, interação. Mas ninguém estava preocupado em saber de onde eu vinha, como os tinha encontrado. Eram dois braços a mais e isso era o que valia. Só descobriram que eu era uma brasileira em férias bem no finalzinho e agradeceram por eu ter ido ajudá-los. Trabalhei por 2 horas aquela tarde. Foi uma experiência bem legal que me rendeu uma bela dor nas costas no dia seguinte e me colocou num raro contato com o mundo tangível. Ah, a trilha sonora do vídeo é uma música que gravei num <em>farm market </em>em Santa Cruz, no litoral californiano, onde tocava uma bandinha bem divertida.</p>
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