Extra agora tem estações de reciclagem

sexta-feira, outubro 31, 2008 por Priscilla Santos

Uma boa nova para quem costuma fazer compras no supermercado Extra é a estação de reciclagem Extra e H2O!, que acaba se ser inaugurada no estacionamento de mais nove lojas da rede em São Paulo, depois do sucesso de um programa piloto de reciclagem, testado em duas lojas da capital (confira todos os endereços na continuação da matéria). Agora, quando você for fazer compras, pode levar uma sacola com resíduos como papel, plástico, metal e vidro, e também óleo de cozinha usado, que deve ser armazenado em garrafa pet. O material é doado à cooperativas de catadores, em um modelo muito semelhante ao já existente em outros supermercados do grupo, como o Pão de Açúcar. As estações (na foto, um protótipo) são feitas com materiais reciclados e recicláveis. Aproveito para lembrar que algumas lojas do Extra, como a da Rua João Cachoeira, no Itaim Bibi, também possuem estacionamento para bicicleta. Se você for de bike e ficar difícil levar o material para reciclagem, lembre-se que a coleta seletiva porta-a-porta da Prefeitura de São Paulo é bem eficiente e que você pode encontrar outros pontos para entregar os resíduos para reciclagem aqui.
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Poesia Urbana: jardins no metrô

quarta-feira, outubro 29, 2008 por Priscilla Santos

Este jardim fica na estação Armênia, linha 1, azul, do metrô de São Paulo. Faz parte dos 140 mil metros quadrados de área verde (mais que o Parque da Aclimação inteirinho, que tem 118.782 metros quadrados), distribuídos pelas paradas do metrô paulistano. Os lírios, azaléias, hibiscos e outras tantas flores dão o ar da graça agora na primavera e se contrapõem alegremente ao concreto da construção. Abaixo, jardim externo à estação Bresser, da linha 3, vermelha. Tudo sob os cuidados do Metrô.

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Cosmética: produtos com própolis verde

terça-feira, outubro 28, 2008 por Marcia Bindo

A Cosmética é uma empresa de cosméticos naturais que não utiliza nos produtos ingredientes derivados do petróleo, corantes sintéticos, matéria-prima de origem animal (exceto sub-produtos como mel, própolis e leite), e não fazem testes em animais. A linha Prophito (na foto) com sabonete, pasta de dente e creme para as mãos utiliza o propólis verde como seu principal ingrediente (uma variedade do própolis a partir de alecrim do campo). mas os produtos também levam hortelã, calêndula, buriti e outras maravilhas da natureza. Serviço: Todos os produtos da Prophyto são encontrados em drogarias, farmácias de homeopatia, lojas de produtos naturais e supermercados.

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Outlets de produtos ecológicos

segunda-feira, outubro 27, 2008 por Priscilla Santos

Quem não gosta de um descontinho? Ainda mais quando se tratam de produtos sustentáveis, que costumam ter um preço mais salgado – apesar de justificado. Então, saiba que os outlets, lojas que vendem peças de coleções passadas ou com pequenos defeitos a preços amigáveis, já fazem parte do universo de produtos verdes. Um exemplo é a ponta de estoque – extra-oficial, diga-se de passagem – da marca de moda Reserva Natural (de que já falamos aqui), que prima por roupas feitas com fibras naturais e algodão orgânico. Na loja 2 desta viela na rua Augusta, pouco adiante da filial do Jardins da Reserva Natural, em meio a um amontoado de peças indianas e meio hipongas, há uma sala inteira somente com roupas de coleções passadas da marca. Os descontos giram em torno dos 50% – como anuncia o cartaz da foto.

Outra bela surpresa é descobrir que, ao fundo desta loja da L’occitane, localizada na pequena e charmosa rua Normandia, em Moema, há um marché de opportunités, ou mercado de oportunidades. São cinco estantes com cremes, perfumes e outros mimos vendidos com 40% de desconto. A vendedora me explicou que são produtos que estão saindo de linha, próximos à data de vencimento ou que têm pequenos defeitos, como um amassado no sabonete ou na latinha de creme labial – nada que comprometa a integridade do produto, garante a vendedora. Surgida e sediada na Provence, região ao sul da França, a L’occitane fabrica cosméticos a base de ingredientes naturais, quando não orgânicos, plantados e colhidos com respeito ao meio ambiente e aos trabalhadores locais. A lavanda e a oliva, por exemplo, possuem o certificado A.O.C (Appellation de Origin Controlee), que garante a origem controlada. A verbena, planta de origem mediterrânea, é usada na versão orgânica em diversos produtos. Outro destaque é a linha com ingredientes orgânicos nacionais, como buriti e cupuaçu. Além de não precisarem cruzar o oceano, são mais em conta e ainda valorizam as raízes de nosso país.

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TVerde

quinta-feira, outubro 23, 2008 por Priscilla Santos

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Fazer o próprio pão é um ato político. É o que o defende neste vídeo Satish Kumar, editor da revista britânica Resurgence, que há mais de 40 anos se dedica a assuntos como ecologia, arte, espiritualidade, educação e desenvolvimento sustentável. Não vai ser o melhor vídeo da sua vida, mas vale pela estética frugal e o quê de natureza morta.

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Ecoesfera: apês ecológicos

quarta-feira, outubro 22, 2008 por Priscilla Santos

Até 16 ítens de sustentabilidade que preservam o meio ambiente, reduzem o condomínio e valorizam o imóvel. Esse é o mote da Ecoesfera, primeira construtora de residências ecológicas do Brasil. Amanhã, o presidente da empresa, o engenheiro civil Luiz Fernando Lucho do Valle, fará a palestra “Moradias Sustentáveis e a Construção de um Mundo Melhor”, na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, às 19h30. A sustentabilidade de suas obras se baseia em itens como: energia solar, medidor individual de água, captação e reuso de água de chuva, coleta seletiva de lixo e óleo de cozinha, água filtrada nas torneiras, telhado verde, horta e herbário. Os empreedimentos possuem o selo verde da U.S Green Building Council. Durante as obras, são usadas lâmpadas eficientes e sensores de presença nos canteiros, a água de chuva é reaproveitada, por exemplo, na lavagem dos caminhões, os terrenos têm suas árvores reflorestadas – no acabamento também só se usa madeira de reflorestamento. Em caso de demolição, há reaproveitamento de resíduos. O sistema de fôrmas para a construção de paredes de concreto diminui a quantidade de entulhos. E há coleta seletiva. O resultado dessa combinação é uma economia de 4 mil KW de energia, 600 mil litros de água, 326 caçambas de entulho e 50 árvores – somente na construção.

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Gritos de Krajcberg

segunda-feira, outubro 20, 2008 por Marcia Bindo

Se você não conhece o trabalho do escultor polonês Frans Krajcberg deve ir correndo ver as 65 esculturas feitas de árvores de queimadas na Oca, no parque do Ibirapuera. Radicado no Brasil desde 1948, Krajcberg tem 87 anos e faz de suas obras de arte um manifesto contra a devastação da natureza.  Ele chama de “Meus Gritos” as esculturas enormes feitas de árvores chamuscadas e retorcidas. O artista vive há mais de três décadas em uma impressionante casa no alto de uma árvore em uma reserva florestal em Nova viçosa, no sul da Bahia. Todo dia ele sai com sua câmera para fotografar a natureza. Na exposição, é possível ver um vídeo sobre a vida do artista e algumas de suas fotos. Eu tive o prazer de conhecer Krajcberg em seu sítio e acompanhar de perto o trabalho desse artista incansável. (aqui, a matéria que eu escrevi na revista Vida Simples). Serviço: Frans Krajcberg: Natura. Oca, Parque do Ibirapuera, Portão 3, 5083-0519. Terça a domingo e feriados. Grátis. Até 14 de dezembro.

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Conheça as ruas de São Paulo

segunda-feira, outubro 20, 2008 por Priscilla Santos

Você sabia que a Rua da Quitanda, no centro, tem este nome porque era a favorita das quitandeiras, que vendiam miudezas e alimentos ali no século XIX? Curiosidades como essa você descobre no site do projeto Dicionário de Ruas, do Departamento de Patrimônio Histórico da Prefeitura. No campo de pesquisa, você coloca o nome da via e fica sabendo porque ela se chama de tal maneira. Por vezes, até conhece sua história. Adorei saber que na rua Joaquim Floriano (auxiliar de Dom Pedro I que escreveu a primeira Ata após a indepedência), por onde passo quase todo dia, se instalou a primeira fábrica de chocolates Kopenhagem. A loja da marca existente até hoje na rua ganhou para mim outra cor. O site também conta a história do endereçamento das vias de São Paulo e fala até em um Banco de Nomes com diversas sugestões para batizá-las. Em locais estratégicos do centro, também há tótens com um mapa do que há de histórico nas redondezas e uma foto daquele ponto há séculos (a imagem acima fica em frente à Igreja Santa Efigênia, foi lá que topei com o projeto). Uma boa maneira saber mais sobre o lugar em que se vive.

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AlphaVille ganha Centro Educacional para Sustentabilidade

sexta-feira, outubro 17, 2008 por Priscilla Santos

No dia 10 de outubro, foi inaugurado em AlphaVille o Centro Educacional para Sustentabilidade (CES), um espaço dedicado ao ensino de técnicas e práticas sustentáveis. A idéia é capacitar pessoas para produzir tecnologias limpas, como aquecedores solar de baixo custo (a programação deve ser divulgada aqui). O edifício que abriga o Centro foi inteiramente bioconstruído. A estrutura é de bambu e as paredes são de tijolos que não precisaram ser queimados, evitando a emissão de gases poluentes. Borracha de pneu reciclado foi usado no piso, que tem cobertura de cerâmica feita com restos de fábrica. A pintura é natural, a base de cal, e os revestimentos são de fibra de coco e açaí. Por dentro, há móveis feitos de embalagem tetrapark. O verde fica por conta do telhado coberto por vegetação e das hortas e jardins plantados a partir dos conceitos de permacultura. E, sim, há aproveitamento de água de chuva e uso de painéis solares (veja imagens mais detalhadas na continuação da matéria).

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Boralí – arte por mãos brasileiras

quinta-feira, outubro 16, 2008 por Marcia Bindo

Bem brasileirinha, a Boralí tem moda artesanal de diversos estados do país. Em busca de novos caminhos para a preservação do meio ambiente, a loja começou a comercializar roupas de algodão natural, que já nasce colorido e não recebe tratamento ou tingimento químico – uma parceria com a cooperativa Natural Fashion, de Campina Grande, na Paraíba. O plantio do algodão colorido é feito por pequenos agricultores de municípios do alto sertão paraibano sem uso de inseticidas e de forma sustentável. A pesquisa do algodão colorido foi desenvolvida pela EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Então, a loja que é toda colorida, agora ganhou cores naturais – peças em tons do branquinho, bege, bege escuro. Bora? É bem alí.. Serviço: Boralí. Rua Fradique Coutinho, 774, Vila Madalena. (11) 3791-9836 e 3791-9832. Funcionamento: segunda a sexta das 10h às 19h e aos sábados das 10h às 18h.

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