Poesia Urbana
quarta-feira, março 11, 2009 por Priscilla SantosÁrvore que sobreviveu à construção da Avenida Nova Faria Lima graças à mobilização popular. Na época da expansão da avenida, pessoas soltaram o grito para que a centenária árvore não arredasse o pé. Resultado: foi feito ali um retorno (onde fica a entrada para a rua Tabapuã, no Itaim Bibi), que permitiu um canteiro central alargado, onde esta árvore ainda reina, frondosa – e depois dessa história ainda mais linda. A foto, de Jan Van Bodegraven, merecedora do segundo lugar na categoria Relevãncia no 3º Concurso Fotográfico “Árvores de São Paulo”, realizado pela prefeitura, registra esse momento de resistência da natureza diante da intervenção humana.
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março 15th, 2009 at 5:41 pm
Ainda bem que existem pessoas sensíveis e que se mobilizam em prol da natureza…..Salve !!!!
maio 15th, 2009 at 6:32 pm
Olá, primeira vez que entrei aqui. Gostei. Minha praia. Sou compositor e músico natureba. Fundador do Lingua de Trapo. Linkei esse blog no meu. Lá é espaço de poesia e música, mas as coisas que escrevo sempre tem um fundo eco. Abrax
junho 8th, 2009 at 1:23 pm
Meu nome é Plínio Salgado, eu morava na Rua Aspásia, 128. esta árvore é um Jequitiba Rosa, que eu à plantei em 1961, na calçada de minha casa.
Esta ávore, foi doado pelo então Secretário de Agricultura de São Paulo, no início da década de 60, para meu avô, Antônio dos Santos Brito, então Prefeito Municipal de Pirapora do Bom Jesus, numa visita que o mesmo fez, ao Jardim Botânico de São Paulo.
Então, meu avô deu-a para meu pai, para plantá-la em frente de nossa casa, foi então que meu pai, incubiu-me de tal tarefa.
Toda vez que passo por este trecho da Avenida Faria Lima, sinto um misto de alegria, orgulho e saudade, de um tempo que não volta mais.
Hoje, já não existe mais nem um resquício da delícia que era morar neste cantinho de São paulo, hoje tomado por “Lindo” prédios espelhados, que refletem o céu, mas não a belaza do passado.
junho 8th, 2009 at 1:27 pm
Oi Plínio, que história emocionante. Adorei saber que foi você quem plantou aquela árvore. E mais: que ela estava no quintal de alguém. Pelo menos ela sobreviveu para simbolizar um bom tempo.
Abraços,
Priscilla
junho 8th, 2009 at 1:58 pm
Ups, não é no quintal, é na calçada! Mas a história continua linda.
agosto 4th, 2009 at 12:04 pm
[...] para a quarta edição do concurso de fotografia de árvores de São Paulo (já citamos o concurso aqui uma vez). Este ano, a premiação vem com mudanças: foram abolidas as categorias e serão [...]