Pão e Poesia Urbana

sábado, maio 22, 2010 por Priscilla Santos

Eis uma micro-série de Poesia Urbana em BH, onde passei um tempo recentemente. É uma homenagem aos casarões antigos que resistiram ao tempo e hoje abrigam estabelecimentos charmosos, que sempre gosto de visitar. Acima (e na continuação da matéria), a Casa Bonomi. Além dos pães artesanais, café e lanches saborosos, o que mais me atrai nessa boulangerie é o ambiente. Instalada em uma edificação de 1902, protegida pelo Patrimônio Histórico e Arquitetônico, a casa da ex-bailarina do grupo Corpo Paula Bonomi, desde 1996, só não é chamada de casarão pelo tamanho diminuto – pois pelas características seria. Veja só os janelões que a rasgam de fora a fora, dando vista tanto à movimentada avenida Afonso Pena (foto da esquerda) quanto ao quarteirão fechado da rua Cláudio Manuel (foto da direita) e à Praça ABC, logo na frente. A construção é em formato semi-triangular, numa esquina, tem vista para essas três ruas. E vistas gostosas, como para essa copa de árvore ou para uma banca de jornal. É só passar ali, comprar a leitura do dia e entrar para tomar um cafezinho – quem sabe compartilhando uma mesa coletiva de 14 lugares. O lado verde fica por conta da madeira de demolição, usada nas estruturas, móveis e prateleiras e na valorização de um imóvel tão antiguinho. Serviço: r. Cláudio Manuel, 460. (31) 3261-3460.

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Cabelo e Poesia Urbana

sábado, maio 22, 2010 por Priscilla Santos

Acima, o salão The J, onde sempre corto meu cabelo. Fica pertinho da Casa Bonomi, na esquina das ruas Gonçalves Dias com Rio Grande do Norte. É uma casa dos anos 1940, que se safou de virar prédio como tantas outras da cidade. Serviço: r. Gonçalves Dias, 668. (31) 3261-3131. O corte de cabelo com o Jeferson, que é ótimo, gira em torno de 80 a 90 reais. (Da micro-série Poesia Urbana em BH).

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Café e Poesia (Urbana)

sábado, maio 22, 2010 por Priscilla Santos

O Café com Letras - café, restaurante, livraria e espaço cultural – fica numa casa antiga na rua Antônio de Albuquerque, na Savassi. É poesia urbana por ser um alento visual para a cidade. Mas também pode ser só poesia, a literária, já que qualquer pessoa que chegar lá pode retirar um livro nas prateleiras e ficar lendo ali, sem mesmo ter comprado a publicação. Melhor se acompanhado de um chá, pães de queijo com tomate seco (combinação maravilhosa, acreditem!). Dessa vez, o que vi de novidade e gostei foi essa parede verde, cheia de plantas, dando vida à área externa. Serviço: r. Antônio de Albuquerque, 781. (31) 3225-9973. (Da micro-série Poesia Urbana em BH).

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Poesia Urbana

sexta-feira, maio 14, 2010 por Priscilla Santos

Semana passada, de dentro do ônibus na Avenida 9 de Julho, quase chegando na Cidade Jardim, aproveitei o tempo proporcionado pela lentidão do tráfego para fotografar as árvores mais belas que vejo pelo caminho. Quis registrar porque esse caminho não será mais tão frequente para mim. O compromisso que tinha no Jardins toda quinta-feira mudou de endereço. Já adianto que não entendo nada de árvores, só sei apreciá-las. Mas o que me impressiona nesse e em outros Flamboyants (será?) é a generosidade com que se curvam sobre a rua formando uma agradável sombra, que pode até dispensar o ar condicionado dos motoristas. Há várias dessas ali nesse trecho. Já essa Figueira (ou seria uma mangueira?) aí abaixo, parece ter resistido em um canteiro solitário no encontro de duas esquinas, na altura da rua Amauri. Sempre a admirei, e garanto que é muito mais impressionante ao vivo. E qual não foi minha surpresa ao ver frutas penduradas nos galhos da 9 de julho (na imagem que você confere na continuação do post). Mudar de caminhos às vezes nos faz querer aproveitar o último bocado do trajeto anterior. E isso vai acontecer de novo em breve, pois não é só o caminho das quintas-feiras que mudou. Já já estarei trabalhando em outra revista (da Vida Simples à Galileu), em outra editora e apreciando outras árvores e poesias urbanas.

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Copenhague e Noronha: a 1ª é para a 2ª existir

quarta-feira, dezembro 30, 2009 por Priscilla Santos

O que a primeira imagem (Birgit, minha anfitriã em Copenhague, ao lado da bike que usa em seu transporte diário) tem a ver com a segunda (vista do Forte dos Remédios, em Fernando de Noronha)?Para começar, foram clicadas nos dois lugares em que estive nas duas últimas semanas. Desembarquei em São Paulo vinda da Cop-15, na Dinamarca, no dia 19 de dezembro e já rumei para minhas tão sonhadas férias no dia 20 cedinho. Como não deu para comentar o desfecho da conferência climática na época e agora a notícia já ficou velha, decidi colocar aqui minha impressão dessas experiências (de toda forma, veja na continuação da matéria uma recapitulação sobre o desfecho da Cop-15). Apesar de eu ter passado quase todas as horas do dia em Copenhague dentro do centro de conferências, era pela manhã na ida de ônibus-e-metrô para o Bella Center, e na volta para casa, quando, dependendo do horário, ainda restava tempo para sentar no sofá e tomar um cafezinho com meus anfitriões, um casal simpático dinamarquês, que me vinha a certeza de que numa coisa estávamos certos: independentemente do que os políticos decidam sobre o futuro global, devemos manter nossas pequenas atitudes diárias que contribuem para um mundo mais limpo – e para uma vida mais agradável.

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Poesia urbana

terça-feira, outubro 27, 2009 por Priscilla Santos

Sábado passado topei com esse grafite no Beco do Batman. No muro, bem próximo ao chão, bota abaixo muitos preconceitos ao mostrar uma mulher de saia e salto alto com sua bike. Me fez lembrar o blog Copenhagen Cycle Chic e suas diversas versões ao redor do mundo que exibe fotos de homens e mulheres vestidos no maior estilo pegos pedalando pelas ruas. No mesmo dia, também registrei essa bicicleta dobrável no poste da esquina da rua Aspicuelta com Girassol, em frente a uma marcenaria. A bike se parece com a Dahon que uso para me deslocar por aí. Adorei!

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Poesia urbana

terça-feira, outubro 6, 2009 por Priscilla Santos

Divulgamos aqui as inscrições para a quarta edição do concurso de fotografias de árvores de São Paulo, agora divulgamos as duas primeiras vencedoras. O primeiro lugar fica para o conjunto verde que circunda a igreja da Consolação. Em um lugar cinza em que a maioria dos motoristas passa sem observar nada, um registro poético da natureza e da natureza urbana nos assombra. A foto abaixo ficou com o segundo lugar. o concreto da obra de Oscar Niemeyer, no Parque Ibirapuera, revela a forma das plantas.

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Poesia urbana

sábado, setembro 12, 2009 por Priscilla Santos

Dia desses, saindo da Praça do Pôr do Sol, na Vila Beatriz, me embrenhei por essa rua-mata. É sem saída para carros, mas tem um portãozinho bem gentil ao final, que permite a saída de pedestres. A alameda de um quarteirão desemboca em plena Avenida Pedroso de Morais e se chama Lelis Vieira. Surpreendente.

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Poesia Urbana

sábado, setembro 5, 2009 por Marcia Bindo

Vez ou outra elas aparecem – as capivaras, nas margens do Rio Pinheiros. Uma cena no mínimo esquisita, um resto de natureza selvagem na urbe. Vista da ponte da Praça Panamericana, num sábado cinzento de feriado.

E mais uma, parada bem no meio do rio. O que significa que ele está bem baixo, algo como na altura do joelho de uma pessoa de estatura mediana. Doido.

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Poesia Urbana

sexta-feira, agosto 28, 2009 por Marcia Bindo

Vista do Terraço Itália, o programa que é o clássico dos clássicos na noite paulistana. O  skyline é de uma beleza emocionante e assustadora. Na  Av. Ipiranga, 344 – 41º andar,  Centro

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